Feliz 2009!

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This Is Where We Live from 4th Estate on Vimeo.

(Descaradamente afanado do Livros e Afins)

Memes

Eu adoro meme, então me ofereci pra fazer os que a Anne postou. Lá vai:

Nº 1

As regras são:
1. Linkar a pessoa que te indicou.
2. Escrever as regras do meme em seu blog.
3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
4. Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.
5. Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.
6. Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.

1º coisa: Eu adoro massa de coxinha. Como não como frango, como aquela tampa e obrigo o Luiz a comer o recheio (detalhe: o Luiz odeia frango)
2º coisa: Meu senso de direção é vergonhoso. Quando vou em algum lugar desconhecido, nunca sei de onde eu vim quando saio do prédio.
3º coisa: Sou a digitadora mais rápida que eu conheço. Anos de prática.
4º coisa: Detesto doce de leite, torta de limão e doces muito doces.
5º coisa: Desde que me mudei pra casa, passei a dormir mal quando chove.
6º coisa: Eu nunca vi Lagoa Azul.

nº 02:

É preciso…

– Passar para 5 pessoas. – Assim que responder, me enviar um comentário avisando. – Não esquecer que é um meme feito pelo blog Assuntos Assim* , direitos totalmente reservados.

01. A última pessoa com quem falou hoje: Luiz.

02. A última coisa que falou: Diga uma coisa diferente a meu respeito, algo que as pessoas não adivinham sozinhas. (pro meme anterior)

03. A última pessoa com quem se reconciliou: Fábia.

04. A última pessoa com quem brigou: Idem.

05. A última pessoa que falou de Deus pra você: Eu fiz um programa de índio e fui pro Nataleluia. Conta? Blerghblergh pra esse item!

06 O último lugar que você gostaria de estar: Num lugar cheio, quente e barulhento.

07. O último livro que leu ou que está lendo: Estou lendo Confieso que he vivido, Isabel Allende: vida y espíritus, El general en su laberinto e terminei há pouco Dona Flor e seus dois maridos.

08. O último presente que ganhou: um calendário de ideogramas, da minha tia.

09. A última coisa que gostaria de estar fazendo: faxina.

10. O último telefonema feito ou atendido no seu celular ou telefone: minha mãe.

11. O último conselho que deu e pra quem deu: Ih, não sou de dar conselhos… Acho que foi pra Teca não se preocupar em mandar cartões postais pelo correio durante a viagem.

12. A última vez que chorou e por quê: revendo Wall-E. Foi no final do filme.

13. O que faria hoje se fosse seu último dia de vida? não desgrudaria do Luiz.

Olha, como só tenho meia dúzia de leitores (é verdade, é só olhar meu Tecnorati) e ainda por cima tem muita gente viajando, não vou me dar ao luxo de indicar ninguém. Quem um dia aparecer por aí e ler isso, favor aderir. Se escrever me avisando é melhor, porque aí não vou me sentir falando para ninguém!

* não achei o link

Adeus, 2008!

Acho que já deu pra perceber que não fico emocionada com o Natal. Já com o reveillon é diferente. Eu gosto muito desse balanço de fim de ano, e realmente gosto de pensar que o dia 1º marca um novo recomeço. Eu gosto tanto, mas tanto de reveillon, que prefiro passar apenas com o Luiz. Porque abraçar in laws no Natal não é nada demais – já numa data como essa é custoso sim!

Esse ano foi muito importante pra mim. Externamente, eu comecei a fazer uma coisa inusitada, que foi dançar. Minha maneira de me apresentar pros outros mudou, minha prioridades mudaram, meu corpo mudou. Mas o que foi mais importante nesse ano foram as mudanças internas. Foi um ano de conflitos interiores e foi um ano de paz. Foi um ano que parei de brigar com características (estranhas) da minha vida e olhar para o futuro de maneira mais confiante. Me descobri rígida em coisas que nem imaginava e maleável em outras. Este ano me convenceu (apesar da minha mente sociológica) das possibilidades de mudar a própria rota. E que inovar dói no começo, mas rejuvenesce a alma.

Super dica: Supersalada

Quem gosta do Jungle Juice vai gostar, inclusive porque fica lá perto. Hoje fui no Supersalada e saí muito satisfeita. O ambiente é bem legal – simples, arejado e de bom gosto. Tem uma rede convidativa e até da música ambiente eu gostei (não é aquele lounge enjoativo do Jungle). O atendimento é tão ótimo que a gente fica até sem graça. As muitas opções (sanduíches, tortas, quiches, sopas, sobremesas, sucos e – óbvio – saladas) são fresquinhas e bem naturais. E tem delivery.

Supersalada
Segunda a sábado das 11 às 23 h
Alameda Princesa Izabel, 2755 – Champagnat
Fone: 3026-5908
MSN: supersalada_delivery@hotmail.com

Natal em agosto!

Todo ano eu acho que o Natal deveria ser em agosto. Neste ano, especialmente, dada a carência de feriados no segundo semestre. Ontem fui na FNAC pegar 5 fotos, às 23h horas, e enfrentei uma fila absurda. E está tudo assim, absurdo, a qualquer hora, em qualquer loja, em qualquer dia da semana. E as festinhas de confraternização? Há dois dias eu não como direito e é como se as minhas férias ainda não tivessem começado. Isso sem falar das comilanças que me aguardam dia 24, 25, 31 e 1. Ai, minha pobre (e eterna) dieta!

Ah, vai, alguém aqui acha que estamos comemorando o nascimento de Jesus? A coisa já começou toda torta, porque a festa do Natal foi criada pra coincidir com um feriado pagão. E eu, que nem cristã sou? Aleatório por aleatório, se o Natal fosse em agosto, ele não ficaria há apenas 1 semana do fim do ano.

(Fiz um filminho bacana no Bombay TV, mas ele dá pau no blog. Entrem aqui e vejam!)

Mundo auditivo

Lembro bem da sensação de quando comecei a esculpir rostos: nenhum traço mais era banal, tudo queria dizer alguma coisa. Eu tinha vontade de “corrigir” os rostos que via por aí, como se pudesse cortar um pedaço ou colocar outro. Como se todos os rostos fossem de barro. Uma realidade de texturas, dimensões e traços se abriu pra mim.

Agora, sinto algo semelhante com relação a vozes. Eu não sei fazer isso ainda, mas aprendi na aula de canto que dependendo da maneira como você coloca a voz, ela passa uma sensação diferente pro ouvinte, mesmo que inconscientemente. A voz pra mim, se tornou a mesma coisa que O Perfume para Jean-Baptiste Grenouille. Me surpreendo em ver as sensações que a voz nos causa, a simpatia ou antipatia imediata que causa, o quanto revela do dono. Em ver que a mulher que fala como se tivesse 5 aninhos é mesmo coitadinha e dependente; que a chefe workaholic e histérica do Luiz fica grasnando e gritando o tempo todo; que a criatura que mal articula as palavras e masca chiclete o tempo todo atrai antipatia sem ter feito nada.

Assim como a vontade de esculpir a cara das pessoas passou, um dia isso vai passar. Com o tempo essas percepções farão parte de mim. Esses momentos de transição são sempre muito interessantes.

Agora acabou

Estar em cartaz é bom e é uma escravidão ao mesmo tempo. Eu, que nem acompanho a novela, já estava com saudades da Flora. Ainda não bateu a saudades ou o tesão de voltar para o palco – estou imensamente cansada. O que sinto é uma necessidade muito grande de dormir; de cuidar da pele que passou a estar seca depois de tanta maquiagem; de deixar os meus joelhos se recuperarem de tanto ajoelhar no palco impiedosamente duro; de lixar os pés depois de tanto girar descalça. Isso sem falar nas roupas sujas, na casa bagunçada, nos livros abandonados e várias bobagens que me fazem bem.

É, gente, 2008 já foi. E eu nem arrumei minha árvore.

Em cartaz

Tem dias que você arrasa e outros que volta pra casa arrasado. Atuações cheias de emoção e outras automáticas. Milhares de erros que passam desapercebidos, erros que ficam cada vez piores, erros que dão certo. A gente não acredita totalmente quando falam que fomos ótimos, mas se não ouve isso acha que tudo foi péssimo. Ou seja, pisar no palco é virar de papel.

Ah, e os meus joelhos estão roxos e doem só de encostar. Eu fico com ME-DO só de lembrar que tenho mais dois dias ajoelhando no palco…

Estréia!

(A foto eu roubei do Ale, que teve acesso ao ensaio geral de ontem. Tem um monte de fotos minhas angustiada pelo chão. Quem quiser, passa e me vê)

Às 17h, tinham 40 pessoas pra disputar os 20 ingressos. Sem dúvida, um espetáculo muito desejado.

Olha, todo mundo deveria passar por isso algum dia. É tudo muito novo, muito único. Chegar 3 horas antes, a bagunça e a solidariedade com a maquiagem, ouvir de um aluno do intermediário “Nossa, você ficou tão linda!”*, a bagunça das crianças, fazer aquecimento semi-arrumada, as piadas, ficar fazendo hora, os momentos de tédio. as horas que passam lentas e voando ao mesmo tempo. Não dá pra não criar um sentimento diferente pelas pessoas que passam por isso junto com você. Depois a gente se esconde e ficar olhando na frestinha quem vem entrando… e fazer pro público o que a gente faz uns pros outros há meses – e errar como se fosse a primeira vez.

***

Por falar em errar, eu errei justamente o momento preferido da coreografia do quinteto. Naquele momento eu me perguntei onde o Luiz estaria sentado (bem na minha frente) e deu o branco. Quando vi, elas estavam saltando e eu parada no meio (quer dizer, mais pro canto) do palco. Na hora fiz cara de parede e continuei. Agora não adianta vir me dizer que eu estava ótima e tinha muita atitude . Minha estréia não foi como eu sonhava. Humpf!


* fiquei na dúvida se ficava feliz por estar linda maquiada, ou complexada por todos os outros dias do ano…