Aceitação 100%

Eu sou uma grande fã do Ru Paul´s Drag Race. Eu lembro quando um amigo com quem não falo muito me mandou uma mensagem privada dizendo que eu precisava ver, que eu adoraria. A princípio, um reality de drags não me disse nada. Mas, como meu amigo mesmo disse: conhecer aquele universo nos faz vê-las de outra forma, o tremendo talento, empenho, paixão e autoconhecimento que há por detrás. Outra coisa que eu amo é saber que nenhum participante realmente perde – só de colocar os pés no programa, aquilo já gera mais cachê, fama, fãs clubes.

MAS não consigo transmitir a minha paixão do reality para os outros, mesmo entre amigos que não têm nada contra gays. Eu sei que se dessem uma chance, se assistissem um único episódio, entenderiam minha admiração pelo trabalho. E se vissem um pouco mais, veriam quando elas contam suas histórias e suas dores. Inevitavelmente, o público do Ru Paul´s é levado a pensar: você pode não entender, pode não desejar isso para si e para os seus filhos, mas tem que reconhecer que são pessoas que encontram nessa atividade um equilíbrio e um acolhimento que não conseguiriam de outra forma. Não é preciso querer o mesmo, basta respeitar.

Nesse sentido, talvez o Queer Eye consiga atingir muito mais o coração resistente à causa LGBT, até porque os gays são agentes de mudança e não a história central. Ao contrário de realitys de moda que primeiro destroem a pessoa ao criticar tudo o que ela vestia para depois reconstruir, os Cinco Fabulosos partem de amor e aceitação logo de início. E não sei como a produção do programa acerta tanto na seleção das pessoas, porque terminamos amando todo mundo. Não é apenas moda: tem a redecoração da casa toda, a alimentação, o coach para a área da vida que precisa de uma força, a mobilização da família e amigos. O objetivo é ser agente de mudança para a vida inteira.

Na nova temporada (ainda não terminei), dois momentos me chamaram atenção, pela extrema sensibilidade: uma mulher, cuja queixa era não se sentir bem com sua feminilidade. O marido dizia que era linda, o irmão que morreu. Aí a colocam num com outras mulheres, para cada uma falar dos seus desafios. “Você tem ouvido a vida inteira os homens falarem da sua aparência, acho que você precisa ouvir mulheres”. Noutro caso, dentre o desleixo, pobreza e tristeza, o participante não era fã de tomar banho todos os dias. Quando vão comprar roupas e o assunto vem à tona, o sujeito se esconde. Não foi bronca, foi conselho: “Roupas de algodão absorvem o suor e ficam pesadas, prefira estes tecidos”. No fim, ele disse que há anos tentavam ajudá-lo com “bons conselhos”, o que só o deixava mais resistente. “Vocês realmente me aceitaram”.

É muito bonito, é muito amor. Impossível não se apaixonar pelos cinco.

 

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Nada será como antes

Old and Broken 1970s Television Set

Amiga conheceu um homem no Tinder. Tudo indo melhor do que a média dos outros encontros. Logo de início, ela se definiu como de esquerda e ele falou vagamente que se desentendia com uma ex de esquerda. Quatro meses depois, quando estão realmente ficando firmes, ele revela que é eleitor Daquele. Amiga fica confusa e decepcionada: se ele sabia desde o começo que ela achava aquilo imperdoável, por que escondeu? O que isso revela sobre os valores dele? Outra amiga. Gay e que detesta política. A postura dela até enchia um pouco, “se está bom pra mim, o resto que se dane”. Ela se recusava a levantar qualquer bandeira, até mesmo a gay. Agora descobriu que muita gente que a aceitava, a considerava ótima companhia e profissional, não se incomoda nem um pouco em votar em alguém que já declarou que “as minorias devem se render à vontade da maioria, ou deixar de existir”. Ela agora se pergunta até que ponto a aceitam mesmo, se ela só é útil agora mas, se acontecesse alguma coisa, ninguém se importaria o suficiente. Isso para falar apenas das coisas domésticas – teve página rackeada, jornalista intimidado, organizadora de evento que apanhou, mentiras deslavadas. Quem não tretou com a família e não rompeu amizade de anos por causa de política, discutiu em grupos de whats e pelo Facebook, tentou converter estranhos e alternou momentos de esperança com desespero, não viveu o 2018 no Brasil. Olha o ridículo que é todo mundo, sem precisar combinar, inventar apelidos porque apenas escrever o Nome atrai violência. Assim como tem gente que não vai na manifestação #elenão por medo.

Por méritos quase que exclusivos da própria campanha, a vitória que era dada como certa parece que não vai se concretizar. Mas depois de tudo, a vitória #elenão será uma vitória sobre terra devastada. Ainda não sabemos o que fazer com o que vimos das pessoas que nos cercam.

Contra o amor

Depois que descobri esse clipe, assisti uma quantidade vergonhosa de vezes. Chorei feito noivinha, ainda bem que ninguém viu. Eu havia esquecido do sentimento que o clipe mostra: a crença no amor, de ver no outro uma esperança de um futuro, ter uma redoma de felicidade a dois. Todos buscam viver isso, mas não é algo que se produza por força da vontade. Como diz a música da Rita Lee, amor é sorte. E como a felicidade deixa todo mundo esplendoroso, né? Garrei amor por todos aqueles casais. O clipe é do canal do Jeneci. Jeneci, gente, quem é essa pessoa, o que faz e do que se alimenta. Ele já me viciou antes, com Dia a dia, lado a lado. Se não fosse o youtube me oferecer, não teria conhecido o trabalho dele. E é um trabalho que merece ser conhecido, tudo o que o tal do Jeneci faz é caprichado e lindo.

Aí fiquei com vontade de mandar o clipe pra minha amiga que acabou de casar. Só que o clipe – o que também é lindo – não tem nenhum preconceito com o amor, e mostra casamento de homem com homem e mulher com mulher. Minha amiga é de Igreja e provavelmente isso não faria sucesso no mural dela. Achei a cena tão chata e triste: ao invés de se comover com o amor dos outros, fazer um julgamento se aquilo pode acontecer ou não. Ser contra amor, contra felicidade. Que bom que não tenho “contrato” fechado com nenhum tipo de crença  e não preciso me preocupar com explicações ou certo e errado. Na minha concepção, feliz, amor e bem se misturam. Se deixou o meu coração quentinho, acho bom e quero mais é que cresça.

Armário

E eu que pensava que nunca teria que sair do armário, porque eu não sou gay. Nada contra, só não sou. Sair do armário – sem nunca ter chegado perto de ter que assumir uma sexualidade diferente, eu acho que tenho na minha bagagem o suficiente pra ter ideia de como é. Em maior ou em menor grau, estamos sempre cheios de armários para sair. Basta começar a ficar um pouco contra o meio que um armário invisível já se forma. Já conheci pessoas tão plantas, tão ajustadas, tão iguais aos seus pais, aos membros de sua família, aos seus colegas de trabalho e aos seus vizinhos que dá até aflição. Porque é impossível a pessoa ser o sujeito estatístico perfeito sem sufocar alguma coisa. Ser perfeitamente ajustado dá um stress danado, porque é preciso consultar a multidão com o olhar o tempo todo. Ao mesmo tempo, multidões assustam, então… Sair do armário pode ser admitir que gosta de Paulo Coelho e que acredita em astrologia. Ou que prefere uma vidinha pacata em Curitiba a lavar pratos em Paris. Sair do armário também pode ser admitir para si mesmo – pode ser que o mundo já tenha percebido e você lá, se achando um puta ator – o que você quer. Admitir que aquele homem ou aquela mulher não é apenas mais um homem ou uma mulher. Admitir que aquele hobby é o que você quer da sua vida. Enquanto a gente é em segredo, tudo pode ser, eu só estava passando na frente enquanto a empregada assistia a novela. Alguma coisa acontece quando os desejos encontram a luz do dia e respiram ar puro. Nada permanecerá igual, em alguma direção a coisa muda. Mas só saindo do armário pra saber.

O dia que quebraram um copo por mim

Quem nos via, achava que éramos um casal. Juan era um argentino de Rosário, psicólogo, charmoso, perfumado, sempre com uma grossa barba por fazer e muito bem vestido. Quando eu dizia que não namorávamos e nem éramos apaixonados, ninguém acreditava em mim, achavam que eu mentia ou ainda estava por ser conquistada. O que eu não podia lhes dizer porque ele não deixava, é que Juan era gay. Um gay másculo, daqueles que não dava nenhuma bandeira, mas muito bem resolvido. Ele tinha um namoro tumultuado na Argentina e antes de viajar sempre pesquisava hotéis e bares gays para visitar.
Nós saíamos juntos e teve uma época que começamos a viajar para cidades próximas, onde ele queria ir para algumas baladas. Nosso plano era passar a noite fora, nessas baladas, e voltar na manhã seguinte no primeiro trem. Na prática era extremamente cansativo. Os espanhóis tem (ou tinham, faz tanto tempo) um costume diferente do nosso com relação à vida noturna; eles não entram num lugar e ficam, eles salem de marcha. Salir de marcha é ir num barzinho, pedir uma bebida, sentir o clima durante meia hora, uma hora e depois ir pra outro lugar, assim durante a noite inteira. Eu e o Juan, para aderir aos costumes locais e pra dar conta de todos os lugares que ele queria conhecer, também saliamos de marcha. O que acontecia é que às quatro da manhã os locais estavam todos fechando e nós dois não nos aguentavamos de pé. Os amigos que ele fazia nos ofereciam sofás para passar a noite e nunca aceitamos. Parecia ser comum oferecer lugar pra um turista dormir, quando eu viajava sozinha também me ofereceram muito. Mas latinoamericanos como éramos, por maior que fosse a vontade, nunca conseguíamos aceitar e nem ver aquilo com olhos inocentes. Um dia falei disso com um espanhol, como eles podiam confiar assim de levar um estranho para dentro de casa. Tudo poderia acontecer, eles poderia ser roubados, assassinados. Esse espanhol olhou fundo nos meus olhos e me disse ternamente: “Você não tem cara de assassina”.
Acontecia quase sempre a mesma coisa: entravamos juntos na balada e todos nos olhavam, se perguntando o que um casal hetero estaria fazendo por ali. Depois de algum tempo dançando ou no balcão, o Juan gostava de alguém, conversava um pouco com o chico, o enlaçava pela cintura e lhe dava um beijo de língua. Nesse momento o bar todo sacava que não éramos um casal e as mulheres se aproximavam de mim para me oferecer bebidas. Eu não aceitava nada, não olhava pra ninguém e ia pra fora do bar respirar o ar da noite. Depois o Juan se cansava e ia atrás de mim. Saíamos procurando outro lugar pra ir. Cruzamos, então, com um lugar com Brasil no nome, cheio de coqueiros e araras na decoração. Eu me animei, disse que iriamos agora num bar brasileiro, poderia falar com gente da minha terra, quem sabe fazer amigos. 
Entramos no lugar, lotado. Não entendo nada de bebidas, mas aquela caipirinha com gelo raspado até metade do copo não me pareceu muito ortodoxa. A dona do lugar, que não era muito mais velha do que nós passou umas três vezes por mim. Tentei falar com ela, tentei pedir alguma coisa, falei português e fui ignorada de tal forma que fiquei até sem graça. Foi o lugar onde fui pior atendida em toda viagem. O Juan ficou com dó de mim, do tanto que eu falei em camaradagem e fui destratada pelos tais brasileiros. Ele disse que eu não merecia aquilo e que lhes daria uma lição. Ele pediu uma caipirinha daquelas e fomos até um balcãozinho perto da porta. Lá, ele me contou que aprendeu com o pai dele a se vingar dos lugares que o tratam mal, com um gesto simbólico. Depois de beber, ele colocou o copo no cantinho do balcão e bateu nele com a mochila. O copo se espatifou e todos nos olharam. Ele deu de ombros e fomos embora.
Achei carinhoso.

No armário

Um dia olhei para o meu passado e percebi que sempre tive amigos gays, embora nunca tenha dado preferencia a baladas gays e nem levantado qualquer bandeira. Como disse uma vez a Fal, acho muito esquisito quem fala “o meu amigo gay”, como se fosse um acessório, uma bolsa. Eu era amiga do Juan, do João, assim como hoje sou amiga do André. Eles serem gays é apenas uma de suas características. E eu sei que é dessa forma que o Luiz enxerga meus amigos, porque ele mesmo não tinha convívio com gays antes de me conhecer. Aconteceu naturalmente: quando ia me buscar, quando conhecia quem trabalhava comigo ou encontravamos meus amigos numa festa, lá estava algum gay. Alguns mais simpáticos ou sérios ou engraçados do que os outros, como quaisquer pessoas.

Situação difícil mesmo eu fico com os gays não assumidos. Oras, depois de tanto tempo de convívio, meu gaydar é ótimo e o do Luiz consegue ser ainda melhor. Nós não precisamos que um homem comece a rebolar e falar “amapoammm” pra saber que ele é gay. Em geral, bastam alguns segundos. Com gays, especialmente na hora de dançar, eu me sinto mais livre pra chegar perto, tocar, olhar no olho, deixar que encoste em mim – dá pra sentir quando alguém faz isso sem desejo. E o Luiz não tem ciúmes de quem não se interessa por mim. Só que teoricamente às vezes eu faço isso com um hetero… Nada contra, cada um sabe o que fazer e o que dizer da sua vida. Se alguém se finge de hetero perto de mim, eu finjo que acredito. Um dia o Luiz chega num ensaio, numa conversa ou me vê tirando foto, e me perguntam: “Mas… o seu marido não se importa, ele não vai se aborrecer?” – minha vontade é responder: “Que nada, bee, ele não tem ciúmes de quem é do babado!”

Quase perfeito

Era madrugada de sexta ou sábado e eu estava no chat do UOL. Eram os tempos da internet discada, então esse era o único período do dia e dia da semana em que eu podia entrar. E sempre que eu entrava, sempre que alguma conversa ficava boa, sempre que conhecia um homem interessante, ele invariavelmente morava em São Paulo. A coisa era de tal maneira que eu já tinha assumido que a vida era assim e entrava direto nas salas de São Paulo.

Qual não foi a minha surpresa, e das totalmente agradáveis, quando conheci um sujeito interessante e ele me disse que era de Curitiba. Rimos, conversamos sobre livros, sobre músicas, sobre faculdade. Tudo batia. Lá pelas 3h da manhã, com a conversa a todo vapor e os pulsos doendo, resolvemos ligar um para o outro. E assim passamos mais de uma hora no telefone, numa conversa incrível e sussurrada que não se esgotava. Aí decidimos desligar o telefone, dormir algumas horas e nos encontrarmos em frente à Rua 24h, naquele mesmo dia. Como vou te reconhecer? “Eu tenho 1,80, sou loiro, olhos azuis…”

U-a-u. Confesso que sempre tive uma queda por morenos baixinhos (da minha altura, pra ser mais específica), mas mesmo assim fiquei impressionada com a descrição. Só não me consumi em expectativas porque não tive tempo. No curto período que tive para pensar antes de conhecê-lo, eu já estava concluindo que ele tinha tudo para ser o amor da minha vida. Um namorado, no mínimo. A não ser que ele tivesse mentido, que ele fosse repulsivo, que ele tivesse algum defeito gravíssimo. Ou que eu fosse repulsiva pra ele. Caso o problema fosse com ele, eu era idealista o suficiente pra passar por cima de uma atração física pequena, se preciso fosse. Quando atravessei a rua e vi aquele loiro de olhos azuis, alto e de casaco preto, achei que tinha ganhado na loteria.

Essa impressão durou apenas os segundos necessários para ele me reconhecer e vir me cumprimentar. O problema é que ele era uma moça. Não que ele tivesse me enganado, e sim que ele ainda não sabia. Ele andava como gay, falava como gay, era sensível como um amigo gay; nem precisava ter um gaydar bom pra perceber. Acredito que isso desconhecia isso porque era de uma família religiosa (só descobri pessoalmente), frequentava igreja, aqueles tabus todos. Quando eu disse que estava ouvindo muito Nightswimming, ele me perguntou: você tem um mês especial? Gay.

Conversamos a tarde inteira e no dia seguinte ele me mandou um longo e-mail, dizendo que adorou me conhecer. Respondi algo meio curto e nunca mais entrei em contato. Ele não merecia meu sumiço, mas foi mais forte do que eu.

Conversa no banheiro

Nem o fato de ser bailarino faz a família do meu amigo desconfiar que ele seja gay. Talvez por serem evangélicos, seus pais crêem que ele durma na casa de amigos somente porque mora longe. Numa balada, ao ir no banheiro, meu amigo foi abordado da seguinte maneira:

– (Estranho) Tem alguma coisa que você queira?
– (Amigo) Eu, como assim? Algo que eu queria?
– Sim, você pode querer alguma coisa. Porque se você quiser alguma coisa, eu tenho pra vender. Eu vendo de tudo.
– Ah… (começa a pensar no que pode querer aquele momento. Percebe que está com sede) Eu gostaria de uma bala agora, você vende bala?
– (ríspido) Não, eu não vendo bala. Você gosta de cheirar?
– Ahhhhhhhh! Isso! Não, obrigado, eu não sou chegado nessas coisas!

Até vendedores de drogas têm seu orgulho.

Como dizer ma-ra-vi-lho-sa! em 8 línguas

É sério – esse é o nome de um guia de conversação para homens gays em viagens. Quem quiser saber detalhes, entre aqui. Olha só algumas expressões:

“Que biba enrustida!”
Inglês: What a closet case! (pronúncia: Wot a CLO-zet queis!)
Espanhol: Es un cigarrón (pronúncia: Es un ci-ga-ron!)
Francês: Quel homo refoulé (pronúncia: KÉHll omÔ rrefulÊ!)
Italiano: Che criptochecca (pronúncia: Que crip-to-QUE-ca)
Alemão: Was für eine verklemmte Schwuchtel (pronúncia: Vas für AI-ne ver-CLEM-te CHVUX-tel)

“Você curte o quê?” (no sentido sexual)
Inglês: What are you into? (pronúncia: Wot ar yu IN-tchu?)
Espanhol: ¿Qué es lo que te gusta? (pronúncia: Que es lo que te GUS-ta?)
Francês: Qu’est-ce que tu aimes? (pronúncia: Késske ty Éme?)
Italiano: Cosa ti piace fare? (pronúncia: CO-za ti PIA-tche Fa-re?)
Alemão: Worauf stehst du? (pronúncia: Vo-RAUF chtest du?)

“Cala boca, bicha”
Inglês: Shut up, bitch! (pronúncia: Châ-RÂP, bitch!)
Espanhol: Cállate, zorra! (pronúncia: CA-lha-te, So-ra!)
Francês: Ta gueule, salope! (pronúncia: tá GUÉle, saLÓpe!)
Italiano: Zitta, stronza! (pronúncia: TZI-ta, STRON-tza!)
Alemão: Halt’s Maul, Miststück! (pronúncia: Halts maul, MIST-chtüc!)

Seriam os X-men gays?

Não, não estou duvidando da masculinidade do Wolverine (uh!) e nem contando alguma coisa pra quem não viu o filme. Vi num jornal por aí (na mão de outra pessoa, enquanto comia por aí) que essa a uma leitura possível. Não sei se fui contaminada pro filme, ou foi mesmo a intenção. De qualquer forma, é interessante. Tem uma cena, com um x-men em especial que… ah, não vou contar.

Por falar em antecipar coisas, não é pra sair no fim do filme. Depois do loooooongo trailer tem uma cena pra ver. Juro. O trailer é longo, parece que não é verdade. Só eu e meia duzia pagamos pra ver.