Uma mulher para empurrar

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No filme sobre Gonzagão, ele fala para o filho, Gonzaguinha, algo como “mulher é como batida de automóvel, ela que empurra o homem para frente”. No caso de ambos, uma excelente administradora para a carreira de um e uma péssima madrasta para outro.

“Meu filho teve uma fase que só namorava mulherão”, ela me contou. O mais bonito de uma prole bonita, sempre chamou muita atenção, e escolhia as mais mais. Um vizinho morria de inveja, dizia que era desfile. “Não serviam para nada, apenas para serem bonitas”. A mãe alertou que ele não iria para lugar nenhum com aquele tipo de mulher. Ele amadureceu e parou.

“Eu tive um amigo que tinha uma noiva que tinha sido capa da Capricho. Sofreu um acidente de carro e foi parar na U.T.I. Ela nunca o visitou. E pensar que eu ia casar com ela, ele me disse”.

Além desse caso do amigo, eu poderia falar sobre aquela que é a pior união que eu conheço, a que fez a frase do Gonzagão fazer todo sentido para mim, só que no sentido negativo. Mas era pessoal demais pro horário.

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