Curtas natalinos

Vou dizer a verdade: o post de hoje é de curtas natalinos apenas para eu poder usar a figura ao lado.

 

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Comprei um chocotone de supermercado, que estava numa super promoção e eles garantiam que tinha a mesma qualidade dos de marca. Fui abrir e claro que tinha uma gotinha preta aqui e outra lá, era praticamente um pão. Mas sabe que estava mais gostoso? Colocam essência e chocolate demais hoje em dia.

 

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Eu pensava que esse ano escaparia de comprar lembrancinhas. Sempre dei presente pro pessoal da lavanderia, mas agora vou lá bem menos, achei que não ia rolar. Mas me deram presente mesmo assim e abraços, de maneira que tive que sair correndo. Uma das muitas coisas doídas da separação é admitir publicamente que acabou. E, por estranho que pareça, elas eram as que mais me doíam contar (o que nem foi necessário). Ali sempre houve um carinho mútuo, daqueles simples e sinceros.

 

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Por falar em contar, praticamente mantive meus planos natalinos em segredo, que é pra ninguém sentir pena e querer me levar pra casa. Passei da fase de precisar de companhia a todo custo. Nunca fui muito chegada em natais, mas o povo tem certeza que na hora bate uma melancolia e quem está sozinho em casa necessariamente se entristece. Eu juro que não.

 

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E já que estou nessa de ignorar data, me darei presente de natal só no ano que vem, com tudo em promoção.
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