Controle-Descontrole

Eu desejei morrer e bendisse estar viva. Eu chorei, me senti péssima, mas também achei que tudo está da melhor forma que pode estar. Eu fugi e ao mesmo tempo produzi como nunca. Eu novamente carreguei as outras partes, as doentes, nas costas. Teve uma causa muito específica e ao mesmo tempo não teve causa nenhuma. A imagem que me vem quando me dá o que chamo de rebordosa orgânica – cada vez menos frequente, cada vez menos funda, mas nem por isso agradável – é esta:
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